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terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

Um inconsistente Inter de 2018, a equação Odair Hellmann, até onde vamos?

 Acompanhando o Inter de 2018, podemos perceber a eterna lei do retorno, expressada através da figura mítica da cobra mordendo o rabo. Tal alegoria demonstra bem a condição colorada de estar iniciando, do mesmo ponto vem ano e passa ano, parece uma ausência de convicção ou medo de planejar e dar consequência a este processo.

Desta forma penso que uma máxima paira sobre o Beira Rio, até quando sobreviverá Odair Hellmann, e seu esquema de jogo que varia do 4-2-3-1 com a posse da bola ao 4-4-2 para se defender e conseguiu implementar, ao menos em parte, seus conceitos de jogo, assimilados pela equipe?

Esta reflexão leva a outras, sendo uma mais eminente, até quando se sujeitará a reserva  Camilo? Que veio para o Inter imaginado ser titular, fato que não acontece nem quando é escalado como titular e é sacado, como no jogo contra o Brasil de Pelotas, por motivo da expulsão de um companheiro. 

A substituição do jogador colorado ficou tão emblemática, pois ele saiu para o ingresso de Winck na defesa. Entretanto dado as constantes vaias da torcida do Brasil, logo mais adiante foi sacado Marcinho. Ora! Porque não fora sacado então de imediato esse jogador, permitindo aproveitar a experiência e criatividade de Camilo, que tem como função encorpar o meio de campo, setor mais frágil da equipe colorada até o momento.

Outra questão emerge no Internacional, qual o problema colorado em contar com jogadores meio-campistas que gostem de jogar com a bola nos pés? E não simplesmente conduzirem-na, como os volantes, ou simplesmente darem balões ou chutões para frente? 

 Qual é o Inter de fato? Dado essa constante inconsistência, o que o Inter quer com 2018?

Todas essas questões que emergem enquanto equações, incógnitas a serem decifradas, para só assim prosseguir com qualidade.

Por fim, assisti ao jogo entre Brasil e Inter, que aconteceu na tarde de domingo (04/02), no Bento Freitas. Em que se  destacaram principalmente Marcelo Pitol e Lomba, os goleiros que foram seguros no gol. Foi possível observar Patrick e Marcinho, principalmente o primeiro. Ambos são velozes, não possuem medo de ir para cima do adversário, sendo que o segundo (Marcinho) precisa aprender a ficar mais em pé.

Um terceiro jogador que foi interessante observar é Thales, joga firme e seguro, Perder é ruim, no entanto é bom perder quando se pode, por exemplo, essa equipe reserva colorada havia acumulado um pouco de gordura. Porém como se trata de reservas, qual o valor de ganhar ou perder, a não ser o de testar  jogadores para o Internacional.

Foto: Reprodução/Esporte - Uol

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

Arthur Rodrigues: Resumo da derrota colorada

Neste domingo o Inter jogou contra o Xavante e perdeu no Bento Freitas por 1 X 0 gol do Itaqui em um chute de fora da área.

Jogamos com os reservas, só Dourado e Camilo considerados titulares jogaram. Em um jogo praticamente igual até a expulsão do lateral Ruan que pra mim foi injusta, na sua segunda falta não merecia cartão amarelo.

Daí em diante o Brasil adiantou a marcação e logo fez seu gol. Depois o Inter pela desvantagem numérica não conseguiu mais se impor, começou a usar os contra-ataques não tiveram resultado

Nosso próximo jogo será na quarta contra o São José. Estamos com nove pontos na quarta colocação.

Acho que foi válido o rodízio para preparar fisicamente todo elenco e para Odair conhecer ainda mais as peças que tem na mão. Mas agora temos que jogar só com titulares para entrosar e encaixar logo nosso time para o bom futebol aparecer e consequentemente as vitórias.


quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

Xavante terá que desembolsar 2, 4 milhões se quiser jogar com força máxima diante do Internacional

Internacional e Brasil de Pelotas duelam no Domingo pelo Campeonato Gaúcho, mas uma informação veiculada  no site do jornalista JBfilho  chamou a atenção. Na informação diz claramente que se o xavante quiser utilizar força máxima contra o colorado Gaúcho terá que desembolsar o equivalente a 2 milhões e 400 mil reais. Isso se deve ao fato de que jogadores como os atacantes Alisson Farias, Mossoró e mais o lateral Arthur foram emprestados para a disputa do Gauchão. Sendo assim, o clube de Porto Alegre entende que estes jogadores como patrimônio do Clube, não devem entrar em campo contra o próprio Internacional. Mas existe uma questão ai, os clubes do Interior, geralmente não possuem condições de arcar com essas despesas e é obvio que este valor não será pago pelo Xavante.  O técnico Clemer, atualmente no Brasil de Pelotas e identificado com o Internacional por suas conquistas entende que isso não deveria ter acontecido e que estes são os seus melhores jogadores. No entanto, a explicação que vem do colorado gaúcho é que. Afinal de contas, o time vermelho de Porto Alegre paga boa parte do salário de dois destes atletas e 100% do salário do lateral Arthur. Ou seja, é o mínimo que se pode exigir de um clube do Interior do estado. Que estes jogadores não participem da partida se não for pago oque esta estipulado no contrato assinado. Apenas esta sendo feito oque foi acordado entre as duas direções.

Créditos da foto: Jornalheiros
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